The Critical Drinker
O crítico aponta que a trilogia O Hobbit sofre por ter sido esticada de um livro infantil de 300 páginas para três filmes, resultando em 50% de filler. Ele critica subtramas românticas sem sentido, personagens desnecessários (Tauriel, Legolas, Radagast), cenas de ação exageradas e tom oscilante entre comédia pastelão e drama pesado. A falta de desenvolvimento dos 13 anões também é destacada.
O crítico descreve o filme como '2 horas e 12 minutos de puro nada', criticando sua falta de inovação, trama previsível e personagens rasos. Ele argumenta que o longa parece um episódio de série esticado, sem conexão com o universo Star Wars, e que a direção e atuação são apáticas. A crítica reflete o descontentamento com a direção criativa da franquia sob Dave Filoni.
O crítico conclui que, se este filme representa o que Star Wars será sob a liderança de Dave Filoni, as perspectivas são sombrias. Ele vê o longa como um sinal de falta de criatividade e confiança no estúdio, sugerindo que a franquia pode continuar a produzir conteúdo genérico e esquecível.
Batwoman foi um desastre crítico e comercial, com Ruby Rose no centro das críticas por falta de presença física e habilidade de luta. Após sair da série, ela acusou a produção de ambiente tóxico, mas a Warner Bros. a desmentiu, revelando que ela foi demitida por mau comportamento.
O filme Backrooms, dirigido pelo youtuber de 20 anos Cain Parsons, arrecadou mais de US$ 80 milhões no fim de semana de estreia, superando blockbusters caros como Mandalorian e Grou. O crítico destaca que o sucesso do filme prova que o público está faminto por produções criativas e de baixo orçamento, em contraste com o 'lixo corporativo' de Hollywood.
O episódio analisa a trajetória de Will Smith, desde o sucesso como rapper e ator até sua queda, marcada por fracassos de bilheteria, humilhações públicas e o incidente no Oscar 2022. A narrativa destaca como a pressão familiar e a exposição midiática contribuíram para a deterioração de sua imagem.
O tapa de Will Smith em Chris Rock no Oscar 2022 é descrito como o ápice de sua crise pessoal e profissional. O episódio interpreta o ato como uma explosão de frustração acumulada, não como defesa da honra, resultando em danos irreparáveis à sua reputação.
O podcast detalha a saga de 40 anos para fazer 'Megalopolis', de Francis Ford Coppola, desde a concepção em 1977 até o lançamento em 2024. O filme enfrentou inúmeros atrasos, incluindo os ataques de 11 de setembro e a pandemia, além de problemas financeiros e de elenco. A produção foi marcada por direção caótica, demissões em massa e alegações de má conduta, resultando em um dos maiores fracassos de bilheteria da história.
Após 40 anos e um orçamento de US$ 120-136 milhões (pagos por Coppola), 'Megalopolis' arrecadou apenas US$ 14 milhões nas bilheterias. Distribuidores grandes recusaram o filme; a Lionsgate só distribuiu sob condição de Coppola pagar o marketing. A campanha foi ainda manchada por citações falsas de críticos. O filme foi um fracasso crítico e financeiro, descrito como 'incoerente, autoindulgente e incompreensível'.
Para consertar a trilogia, o crítico sugere transformá-la em uma duologia, cortando personagens e subtramas inventadas (Tauriel, Legolas, Radagast). Ele propõe um primeiro filme que termina em Laketown, com foco na jornada e na descoberta do anel, e um segundo filme que cobre a batalha contra Smaug, a possessão de Thorin pelo anel e a Batalha dos Cinco Exércitos, com conexões mais orgânicas com O Senhor dos Anéis.
O crítico detalha a trama como uma série de missões de busca sem lógica, com reviravoltas forçadas e personagens agindo de forma irracional. Ele aponta que o filme termina aos 60 minutos, mas continua com um sequestro e resgate desnecessário, resultando em uma narrativa inchada e sem propósito.
O crítico observa que o filme não tenta se integrar ao universo maior de Star Wars, evitando referências nostálgicas, mas também falhando em construir algo novo. Ele argumenta que o longa existe em uma bolha, sem ambição de expandir a mitologia ou estabelecer conflitos maiores.
Ruby Rose, que começou como modelo e apresentadora na MTV Austrália, ganhou fama com Orange is the New Black e foi posicionada como a próxima grande estrela de ação. No entanto, sua carreira desmoronou após o fracasso de Batwoman, acusações de comportamento difícil e uma disputa pública que a levou ao ostracismo.
Ruby Rose tentou usar a narrativa de vítima ao acusar a produção de Batwoman, mas a Warner Bros. expôs suas acusações como falsas, resultando em danos irreparáveis à sua reputação. O episódio ilustra como acusações infundadas podem destruir uma carreira.
O crítico elogia a atmosfera do filme, que captura perfeitamente a sensação de 'liminal space' da creepypasta original. O uso de cenários práticos e mínima CGI cria um ambiente claustrofóbico e perturbador, com uma estética clara e estéril que foge dos clichês de terror. O design de produção é destacado como um dos grandes acertos.
O crítico vê o sucesso de Backrooms e Obsession como um sinal de que o público está cansado de blockbusters genéricos e anseia por projetos artisticamente ambiciosos, feitos por criativos apaixonados, com orçamentos enxutos e ideias fortes. O buzz orgânico em torno desses filmes reflete 'uma década de fome reprimida' por bom entretenimento.
Jada é apontada como catalisadora do declínio de Will, devido ao caso extraconjugal público e à exposição na 'Red Table Talk'. O episódio critica a falta de responsabilidade de Jada e a submissão de Will, que teria aceitado humilhações em nome da 'cura' familiar.
Após o Oscar, Smith tentou se recuperar com filmes como 'Emancipation' e 'Bad Boys: Ride or Die', mas sem recuperar o status de astro. O episódio conclui que sua imagem está permanentemente manchada, e ele não é mais capaz de sustentar filmes apenas com seu nome.
O crítico defende que o novo filme não é uma sátira woke nem uma desconstrução da masculinidade tóxica, mas sim uma homenagem bem-humorada ao desenho original. Ele rebate três mitos: que o filme zomba da franquia, que minimiza He-Man para promover Teela como 'girl boss', e que explora toxicidade masculina. Na verdade, o filme mantém o tom camp e divertido, com Adam aprendendo que às vezes é preciso usar a força contra vilões.
Coppola dirigiu de forma improvisada, sem preparação, fumando maconha no trailer e mudando cenas no último minuto. Isso levou à demissão de metade da equipe de efeitos visuais e à saída do designer de produção e diretor de arte. Além disso, alegações de assédio em uma cena de clube noturno resultaram em um processo civil e cobertura negativa da imprensa, gerando um processo de US$ 15 milhões de Coppola contra a Variety.
Em 1956, John Wayne, ícone do cinema americano, foi escalado como o líder mongol Genghis Khan, um exemplo clássico de whitewashing em Hollywood. O filme foi um fracasso de crítica e bilheteria, e ainda foi filmado perto de um teste nuclear, resultando em 90 casos de câncer entre elenco e equipe, incluindo Wayne e o diretor Dick Powell.
Pedro Pascal, criticado por excesso de exposição e falta de carisma, foi escalado como o general Accassius em Gladiador II. Sua performance foi comparada desfavoravelmente à de Russell Crowe, destacando sua falta de autoridade e presença de tela. O filme não foi um sucesso, e Pascal é visto como um ator superestimado pela indústria.
O crítico critica as longas sequências de ação geradas por computador, como a fuga das Minas dos Goblins e a perseguição de barris, por serem exageradas e destruírem qualquer sensação de perigo. Ele defende o retorno de próteses e maquiagem para os orcs, como em O Senhor dos Anéis, para dar mais realismo e peso às cenas.
O crítico critica as performances de Pedro Pascal e Sigourney Weaver, afirmando que ambos parecem desinteressados e entregam atuações mecânicas. A direção é descrita como 'apática' e comparada a algo que poderia ter sido feita por IA, refletindo a falta de paixão no projeto.
Segundo fontes, Ruby Rose teria sido tão difícil de trabalhar que os produtores de John Wick 2 removeram todas as suas falas, tornando sua personagem muda. Isso mostra como conflitos nos sets podem impactar criativamente um filme.
Após o escândalo, Ruby Rose retornou à Austrália, atuando apenas em filmes independentes e thrillers de baixo orçamento. Sua tentativa de atacar Sydney Sweeney em 2023 foi recebida com rejeição pública, evidenciando seu declínio e amargura.
O crítico destaca as atuações dos protagonistas, especialmente de Edgier 4 e Renati Renie, que trazem profundidade aos personagens. Clark, um arquiteto divorciado e alcoólatra, é um 'homem racional contra algo que desafia a racionalidade', enquanto Mary, sua psiquiatra, tem seus próprios demônios que se conectam com o conceito dos Backrooms.
O filme 'After Earth', estrelado por Will e seu filho Jaden, é citado como um marco negativo na carreira de Smith. O episódio critica o nepotismo e a falta de talento de Jaden, que prejudicaram a imagem de Will e aceleraram sua perda de relevância.
O crítico aponta que o filme é muito longo, especialmente os primeiros 30 minutos na Terra, que poderiam ser cortados sem prejuízo. Muitas piadas no estilo Marvel não funcionam, mas quando acertam, arrancam gargalhadas genuínas. Apesar dos defeitos, a experiência é divertida e bem-intencionada, merecendo mais público do que o previsto.
O crítico elogia Jared Leto por finalmente encontrar um papel que não arruína: seu Skeletor é grandioso, dramático e teatral, com humor camp, fiel ao desenho. Por outro lado, lamenta que Evil Lynn (Allison Brie) seja mal aproveitada, sofrendo abusos de Skeletor sem um arco de traição ou reviravolta, o que parece um desperdício.
Apesar do desastre, o podcast reconhece a determinação de Coppola em realizar sua visão, sacrificando fortuna e décadas de vida. O filme é visto como um 'projeto de paixão' feito para um homem só, desconectado da indústria moderna. A discussão levanta se será lembrado como um fracasso ou um 'mal-entendido mestre' no futuro, mas respeita a coragem de um diretor que se recusou a se curvar ao sistema de estúdios.
Após o sucesso em Game of Thrones, Emilia Clarke foi escalada como Sarah Connor em Terminator Genisys, mas sua atuação foi criticada por falta de dureza, fisicalidade e química com o elenco. O filme fracassou, e Clarke foi considerada inadequada para o papel de ação, contribuindo para o fracasso do reboot.
Denise Richards, conhecida por seu apelo sexual, foi escalada como a física nuclear Christmas Jones em um filme de James Bond. Sua atuação foi amplamente criticada por falta de credibilidade, com diálogos técnicos mal entregues e uma caracterização que priorizava a aparência sobre a substância.
Sophie Turner, famosa por Sansa Stark em Game of Thrones, foi escalada como Jean Grey em X-Men: Dark Phoenix, mas sua atuação foi criticada por falta de carisma, alcance emocional e capacidade de comandar a tela. O filme foi um fracasso de crítica e bilheteria, e Turner recuou para papéis menores em TV e cinema independente.
Com 13 anões, muitos são esquecíveis. O crítico sugere dividi-los em subgrupos com tensões internas, baseadas em histórias ou perspectivas diferentes, para dar mais profundidade sem precisar desenvolver cada um individualmente. Ele reconhece que até Tolkien teve dificuldade com isso.
Apesar da excelente construção de tensão, o terceiro ato do filme recai em um clichê de 'personagem sendo perseguido por um monstro em um labirinto', o que o crítico considera uma oportunidade perdida. O final é descrito como 'nada mais complicado do que isso', deixando a desejar após um setup intrigante.