O dispositivo roda Android e permite personalização total com front ends como Emulation Station. O apresentador destaca a facilidade de configurar um sistema 'pick up and play', com acesso rápido a emuladores e jogos. O chipset T618 roda bem desde Game Boy até Dreamcast, e até alguns títulos leves de GameCube e PS2 com ajustes.
Russ defende que a tela é o componente mais importante de um retro handheld. Ele propõe uma tela de 4,5 polegadas com proporção 4:3, resolução 1920x1440 (que permite integer scaling para vários sistemas), tecnologia OLED e taxa de atualização de 120 Hz para suportar shaders como black frame insertion. Essa combinação seria ideal para jogos retrô até PS2/GameCube.
Russ escolhe o Snapdragon 8 Gen 2 como processador ideal por equilibrar potência (emula PS2/GameCube com upscale 3x), compatibilidade com drivers Adreno/Turnip e suporte a Linux (via RockNix). Isso permite rodar emuladores e jogos leves de PC, além de bootar Steam ARM.
O apresentador critica o Mobapad M12 HD para Switch 2, apontando que não carrega no dock em modo de espera e tem problemas de giroscópio em jogos como Let's Go Pikachu e Metroid Prime. Recomenda o modelo S, que funciona corretamente, apesar de não ter NFC e ter rumble normal. A diferença principal é que o S carrega no dock e tem giroscópio funcional.
A Asus anunciou o Xbox Ally X20, edição limitada de 20 anos do ROG Ally, com tela OLED de 7,4 polegadas, 120 Hz e VRR a partir de 30 Hz. Os controles foram redesenhados com sticks TMR (sem drift), botões faciais mais silenciosos e D-pad intercambiável. O dispositivo mantém o chipset AMD Z2 Extreme e 24 GB de RAM, mas chega apenas em bundle com óculos XR, o que gerou críticas.
A nova tela OLED de 7,4 polegadas tem VRR (taxa de atualização variável) a partir de 30 Hz, contra 48 Hz do modelo anterior. Isso permite maior suavidade em jogos pesados, mesmo com quedas de frame rate. O painel atinge 1.400 nits de pico, contraste 1.000.000:1 e 100% DCI-P3, com revestimento antirreflexo. A melhoria é significativa para jogos em handheld.
O novo MSI Claw 8 EX AI Plus usa o processador Intel Panther Lake G3 Extreme, com 2 núcleos de performance e 12 núcleos gráficos Xe3, otimizado para portáteis. Em testes, rodou Hogwarts Legacy a 95 fps (25W) e 65 fps (15W), e F1 2025 a 135 fps (35W) e 85 fps (15W). A bateria varia de 1h36 (35W) a 3h29 (15W). O apresentador considera um salto geracional em relação ao Steam Deck e Z1 Extreme.
Testes com RTX 5070 mostraram que Oculink oferece o dobro de largura de banda que Thunderbolt 4, mas em jogos como Cyberpunk 2077 e Returnal a diferença de FPS foi mínima (menos de 5%). Para GPUs de médio porte, a praticidade do Thunderbolt (hot-swap, carregamento de 140W) supera a vantagem teórica do Oculink. Já para GPUs high-end, Oculink ou Thunderbolt 5 podem fazer diferença.
O apresentador analisa dezenas de jogos de luta do Neo Geo, destacando The Last Blade como o melhor da plataforma. O jogo é baseado em armas, com foco em timing e ataques pesados devastadores. Também menciona Samurai Shodown 2, Garou: Mark of the Wolves e King of Fighters '98 como destaques.
A OneXPlayer anunciou dois novos handhelds: o OneXPlayer 3 (Intel G3 Extreme) e o X2 Mini Pro (AMD Strix Halo AI Max 395). Ambos possuem tela OLED de 8,8 polegadas, 144 Hz e controladores destacáveis. O modelo AMD é mais potente, mas mais caro e quente, enquanto o Intel é intermediário. Os preços devem ficar entre US$ 1.500 e US$ 2.500, com campanhas no Indiegogo a partir de junho.
Valve aumentou o preço do Steam Deck OLED em até 300 dólares nos EUA, com o modelo de 512 GB passando de 549 para 789 dólares e o de 1 TB de 649 para 949 dólares. O apresentador considera que isso invalida o argumento 'just buy a Steam Deck bro' e pode ser o fim do dispositivo no mercado, já que concorrentes como o ROG Ally X estão mais baratos. A falta de aviso prévio contrasta com a estratégia da Nintendo para o Switch 2.
O app RA Offline Proxy, em alpha, permite que jogadores de retro handhelds Android ganhem conquistas retro mesmo offline. Ele cacheia os dados dos jogos e, ao reconectar, sincroniza as conquistas com o servidor. A funcionalidade é aprovada pela equipe do RetroAchievements e funciona com RetroArch e Dolphin, mas requer modo softcore (hardcore desativado).
O apresentador relata três meses de uso do One X Player Apex, elogiando seu desempenho equivalente a uma RTX 4060, conforto ergonômico e tela de 8 polegadas. No entanto, o preço subiu de US$ 1.600 para US$ 2.300, tornando difícil recomendar o dispositivo. A bateria externa é criticada, mas o uso plugado é ideal para uso doméstico.
O episódio oferece um tutorial detalhado para configurar o controle Hori Drum em emuladores de PS2, Wii, PSP, Nintendo Switch e Android. Inclui mapeamento de botões, criação de perfis e solução de problemas no Linux Batocera.
O podcast discutiu o anúncio do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, que será exclusivo para Nintendo Switch 2. O jogo terá gráficos mais realistas e deve ser lançado ainda em 2025, possivelmente em 23 de novembro, próximo ao lançamento de GTA 6. Os participantes debateram se o remake será fiel ao original ou trará novas mecânicas, como um mundo aberto.
O apresentador explica que o Batocera é a melhor opção para rodar o arcade, pois detecta automaticamente os controles e suporta nativamente a Sinden light gun e outros periféricos. Ele destaca a facilidade de instalação e a compatibilidade com Steam, mas alerta que configurações avançadas exigem conhecimento de RetroArch.
O apresentador critica fortemente a tela do RG Rotate, apontando ghosting extremo e baixa taxa de resposta, tornando jogos como Super Mario World injogáveis. A tela de 3,5 polegadas 720x720 é descrita como uma das piores já vistas em dispositivos portáteis, superando até mesmo o AYN Neo Pocket Air Mini em problemas de desfoque.
O apresentador testou o Sinden light gun e afirma que, combinado com o sistema Batocera, é a maneira mais fácil e plug-and-play de jogar jogos de light gun. Ele destaca a configuração rápida, a compatibilidade com múltiplos sistemas e a experiência imersiva com recuo e pedal.
O episódio analisa o Lenovo Legion Tab Gen 3, um tablet Android focado em jogos, equipado com Snapdragon 8 Gen 3, 12 GB de RAM e tela de 165 Hz. O apresentador destaca que, apesar do alto desempenho inicial, o dispositivo sofre com thermal throttling por não ter ventoinha, estabilizando em performance similar a um Snapdragon 8 Gen 2 com resfriamento ativo. O tablet é vendido por cerca de US$ 400 em promoção, tornando-se uma opção versátil para quem busca um dispositivo que funcione tanto como tablet quanto como portátil para emulação e jogos leves de PC.
O tablet se destaca na emulação de consoles como GameCube, PS2, Wii U e Nintendo Switch, rodando títulos como Mario Odyssey a 60 fps estáveis. A tela 16:10 de 8,8 polegadas é ideal para jogos retrô 4:3 e para o modo vertical (TATE), especialmente em shoot 'em ups e emulação de DS/3DS com layouts personalizados. Para jogos de PC via Game Native, o desempenho é equivalente ao de um Snapdragon 8 Gen 2, sendo adequado para títulos leves e indies, mas limitado pelo armazenamento de 256 GB (sem microSD) e pela falta de resfriamento ativo, que causa throttling após 12 minutos de uso intenso.
O evento começou com o anúncio do remake de Resident Evil Code Veronica, com gráficos realistas e protagonista Claire Redfield. O jogo será lançado em 2026 para todas as plataformas, incluindo Nintendo Switch. A reação dos apresentadores foi de entusiasmo, destacando a qualidade visual e a nostalgia.
O Acer Predator Atlas 8 é um Windows handheld com chips Intel G3 Extreme (14 núcleos, 2P+8E+4LPE) e GPU superior ao Z2 Extreme da AMD. Tela de 8 polegadas 1200p 120Hz VRR, bateria de até 80 Wh, Wi-Fi 7 e dois Thunderbolt 4. Controles ergonômicos com gatilhos Hall effect e trigger stop, mas sticks analógicos tradicionais. Preço estimado entre US$ 1.000 e US$ 2.000, lançamento em 3-4 meses.
Usuários descobriram que o RG34XXSP da Anbernic está sendo entregue com 512 MB de RAM e DDR3 em vez de DDR4, sem aviso oficial. Isso causa problemas de compatibilidade com custom firmware como MuOS e MinUI. A prática é considerada antiética pela comunidade, que recomenda cautela ao comprar dispositivos H700 da Anbernic.
O novo tablet da Lenovo, Legion Tab Gen 5, chega com processador Snapdragon 8 Elite, tela 8,8 polegadas 3K 165 Hz e bateria de 9000 mAh. Ideal para jogos nativos e streaming via Apollo/Artemis, com latência de decodificação abaixo de 1 ms. Custa US$ 699 e promete ser o melhor dispositivo Android para jogos, especialmente com o controle G9.
A tela de 4,5 polegadas com resolução 1024x768 é considerada excelente para um dispositivo abaixo de US$ 100, sendo o principal atrativo do G02. No entanto, o preço de US$ 75 é muito alto comparado a outros handhelds com o mesmo chip RK3326, que custam entre US$ 30 e US$ 50. Além disso, o software é uma versão truncada do EmulationStation, sem suporte da comunidade para custom firmware, o que limita futuras melhorias.
O episódio compara o Steam Controller (US$ 100) com os terceiros GameSir Cyclone 2 e 8BitDo Ultimate 2 (ambos ~US$ 50). O Steam Controller oferece trackpads, grip sense e integração total com Steam Input, mas tem suporte limitado fora do ecossistema Steam. Os concorrentes são mais baratos, leves e funcionam perfeitamente em qualquer plataforma (Game Pass, Epic, GOG), porém perdem recursos avançados de personalização. A escolha depende do uso: se o foco é Steam, o Steam Controller é mais futuro-proof; se joga em múltiplos launchers, os terceiros são mais práticos.
O episódio oferece um guia prático para conectar um Android handheld a uma dock e usar controles Bluetooth, focando em emuladores como Dolphin, RetroArch e PPSSPP. O apresentador destaca a complexidade do processo, recomendando dispositivos AYN ou Retroid para facilitar a configuração. A importância está em permitir que jogadores usem seus handhelds em TVs com controles de console.
O apresentador explica que usuários que configuraram seus handhelds no layout Nintendo enfrentam problemas ao conectar controles Xbox, pois os botões ficam trocados. Soluções incluem usar perfis por aplicativo em dispositivos AYN/Retroid ou remapear manualmente. Isso é crucial para uma experiência de jogo fluida ao alternar entre handheld e dock.
A tela quadrada 720x720 oferece escala inteira perfeita para Game Boy Advance e boa adaptação para outros sistemas via overscale. Um problema inicial de oversharpening foi corrigido por uma atualização OTA, melhorando a qualidade da imagem. O apresentador demonstra configurações de escala para NES e SNES, com uso de shaders CRT.
Russ critica o uso de vidro na frente dos handhelds atuais, preferindo plástico para sensação retrô. Ele destaca a importância de alto-falantes frontais, entrada P2, botões L/R empilhados, D-pad acima do analógico e múltiplas opções de cor. O design ideal se aproxima do Ayn Neo Pocket Air Mini, com textura emborrachada na traseira.