The Joe Rogan Experience
Dean Radin, pesquisador do Instituto de Ciências Noéticas, afirma que após 150 anos de estudos controlados, há evidências robustas de que telepatia e precognição são reais. Ele cita meta-análises e experimentos de laboratório que excluem coincidência e vazamento de informação, desafiando o ceticismo que ignora os dados por considerá-los impossíveis.
Radin trabalhou no programa Stargate, projeto classificado do governo dos EUA que investigou visão remota para fins de inteligência. Ele descreve como o programa produziu dados acionáveis, como descrever submarinos soviéticos, e que a pesquisa buscava entender os limites e mecanismos do fenômeno, mas não encontrou diferenças fisiológicas entre os melhores 'videntes' e pessoas comuns.
Larratt discute como atletas de elite possuem mutações genéticas raras, como Brian Shaw com um tipo diferente de hormônio do crescimento e Eddie Hall com um 'código de parada' para fibras de contração rápida, apesar de serem recordistas mundiais. Ele menciona o trabalho do geneticista Ryan Rosner em mapear essas mutações para entender o potencial humano.
Terry Bradshaw contou que tomou ivermectina durante a pandemia, assim como Joe Rogan, que teve sua imagem distorcida pela CNN. Rogan defendeu o uso do medicamento, afirmando que ele para replicação viral e que a mídia o chamou de 'vermífugo de cavalo' para incentivar a vacinação em massa. Bradshaw, que só conhecia o uso veterinário, ficou surpreso ao saber que a ivermectina foi desenvolvida para humanos e ganhou o Prêmio Nobel.
Radin desenvolveu o experimento de 'presentimento', onde mediu a condutância da pele de voluntários antes de verem imagens emocionais ou calmas, selecionadas aleatoriamente. Os resultados mostraram que o corpo reagia 1,5 segundos antes da escolha da imagem, sugerindo que o sistema nervoso 'sabe' o futuro imediato, análogo a intuições que salvam vidas.
Radin critica o materialismo como conjunto de assumptions não questionados na ciência, que ignora a experiência subjetiva. Ele defende que fenômenos como telepatia e precognição apontam para uma realidade não-local, onde a consciência pode ter propriedades quânticas, e que a ciência precisa de modelos mais abrangentes para entender a mente.
Devon Larratt, campeão de queda de braço, revela que não consegue estender completamente os cotovelos devido a osteófitos e cicatrizes causados pela pressão constante no esporte. Já passou por três cirurgias para remover os crescimentos ósseos e chama a condição de 'artrite armamentada'. Apesar disso, considera o preço pequeno para competir no mais alto nível.
Larratt explica que seu método de treino foca em altas repetições com cargas leves para maximizar o fluxo sanguíneo nos tendões e ligamentos, promovendo recuperação e evitando lesões. Ele acredita que isso permite que ele continue competindo em alto nível aos 51 anos, enquanto muitos atletas se aposentam mais cedo.
Larratt explica que a folistatina, uma proteína que estimula o crescimento muscular, já está disponível como terapia genética para combater a perda de massa muscular com a idade. Inicialmente criada para longevidade, também pode ser usada para melhorar o desempenho atlético, embora o custo ainda seja alto.
Joe Rogan e Joey Diaz analisam a luta entre Ilia Topuria e Justin Gaethje, destacando o poder de nocaute de Topuria e a resiliência de Gaethje. Rogan aponta que Topuria nocauteou três lendas consecutivas, mas Gaethje é um guerreiro que pode surpreender. A luta é considerada perigosa para ambos.
Rogan e Diaz discutem o uso histórico de hormônio de crescimento humano derivado de cadáveres, que causava doenças priônicas como a variante de Creutzfeldt-Jakob. O atleta Lyle Alzado atribuiu seu câncer cerebral ao uso de esteroides e HGH. Hoje, o HGH é sintético e seguro.
Terry Bradshaw disse que não acredita em células-tronco porque conhece pessoas que fizeram o tratamento e precisaram repeti-lo. Joe Rogan rebateu, contando que curou uma ruptura completa do manguito rotador com uma única injeção de células-tronco, comprovada por ressonância magnética. Rogan defendeu a terapia como um avanço científico que reduz inflamação e promove regeneração, embora não seja milagrosa para casos avançados.
Terry Bradshaw revelou que teve câncer de bexiga e carcinoma de células de Merkel, um tipo raro. Ele contou que precisou interromper a medicação para artrite reumatoide após a radioterapia, o que agravou suas dores. Bradshaw destacou a importância de buscar segundas opiniões e tratamentos especializados, como fez ao ir para Yale após um diagnóstico inicial equivocado.
Radin revela que estudos genéticos recentes indicam uma base hereditária para habilidades como visão remota, embora ainda não tenham identificado marcadores específicos. Ele menciona que a 'abertura a experiências' é um traço psicológico que favorece o desempenho, enquanto o ceticismo bloqueia o fenômeno.
Larratt descreve a queda de braço como uma 'luta segura', sem golpes na cabeça ou danos na coluna, permitindo que atletas compitam até idades avançadas, como Crazy George, que ainda vencia aos 60 anos. Ele destaca o aspecto comunitário e familiar do esporte, com clubes em garagens e laços fortes.
Larratt e Rogan discutem os prós e contras de permitir o uso de substâncias como testosterona em competições, citando o exemplo de Vitor Belfort na época da TRT. Larratt defende tanto esportes testados quanto 'open division', onde tudo é permitido, mas ressalta que ganhos significativos levam anos, não meses.
Diaz relata a proliferação de lojas de maconha em Nova Jersey, com quatro na mesma quadra, e a dificuldade de lucrar devido a altos impostos (39%) e concorrência. Rogan compara com a era do 'Velho Oeste' do mercado, quando não havia regulamentação. Muitas lojas estão fechando.
Rogan e Diaz comentam sobre o boom das apostas esportivas, com DraftKings e FanDuel recrutando em faculdades, endividando jovens. Rogan alerta que o vício em jogos será um problema sério em cinco anos. Eles citam operações de bookies desmanteladas e a facilidade de apostar online.
Rogan critica o corte de peso extremo no MMA, citando exemplos como Travis Lutter, que mal conseguia andar na pesagem. Ele defende a eliminação do corte, afirmando que os atletas teriam desempenho 20% melhor e seriam mais saudáveis, sem riscos de desidratação cerebral.
Terry Bradshaw apresentou sua marca de bourbon, Bradshaw Bourbon, incluindo um exemplar de 12 anos que venceu todos os prêmios de destilados. Ele contou que enfrentou resistência do pai, que era alcoólatra, mas seguiu em frente após a morte dele. Bradshaw também criticou a indústria de bebidas por priorizar lucro em vez de qualidade, destacando que seu uísque é envelhecido por mais tempo que o padrão.
Rogan menciona um novo gel biológico da Alemanha que substitui o menisco, além de terapia com células-tronco que regenera cartilagem. Diaz lamenta não ter esperado por esses avanços antes de fazer cirurgia no joelho. Eles discutem opções como PRP e BPC-157.
Terry Bradshaw disse que não caça, mas come carne silvestre, enquanto Joe Rogan é um caçador ávido. Eles discutiram a preparação de pato e veado, com Rogan argumentando que o sabor ruim vem do preparo inadequado, não da carne. Bradshaw contou que tentou cozinhar pato seguindo receitas online, mas o resultado foi desastroso, comparável a alguém aprender futebol pelo YouTube.
Terry Bradshaw contou que carrega uma estatueta do Menino Jesus em suas pescarias e, após colocá-la sobre uma caixa de gelo, pescou seis trutas arco-íris gigantes em sequência. O guia ficou impressionado e Bradshaw deu a estatueta de presente. Rogan brincou que a fé pode ajudar na pesca, mas Bradshaw disse que não usa o 'poder' todos os dias para não abusar.