The Critical Drinker
Batwoman foi um desastre crítico e comercial, com Ruby Rose no centro das críticas por falta de presença física e habilidade de luta. Após sair da série, ela acusou a produção de ambiente tóxico, mas a Warner Bros. a desmentiu, revelando que ela foi demitida por mau comportamento.
Ruby Rose, que começou como modelo e apresentadora na MTV Austrália, ganhou fama com Orange is the New Black e foi posicionada como a próxima grande estrela de ação. No entanto, sua carreira desmoronou após o fracasso de Batwoman, acusações de comportamento difícil e uma disputa pública que a levou ao ostracismo.
Ruby Rose tentou usar a narrativa de vítima ao acusar a produção de Batwoman, mas a Warner Bros. expôs suas acusações como falsas, resultando em danos irreparáveis à sua reputação. O episódio ilustra como acusações infundadas podem destruir uma carreira.
O crítico defende que o novo filme não é uma sátira woke nem uma desconstrução da masculinidade tóxica, mas sim uma homenagem bem-humorada ao desenho original. Ele rebate três mitos: que o filme zomba da franquia, que minimiza He-Man para promover Teela como 'girl boss', e que explora toxicidade masculina. Na verdade, o filme mantém o tom camp e divertido, com Adam aprendendo que às vezes é preciso usar a força contra vilões.
Segundo fontes, Ruby Rose teria sido tão difícil de trabalhar que os produtores de John Wick 2 removeram todas as suas falas, tornando sua personagem muda. Isso mostra como conflitos nos sets podem impactar criativamente um filme.
Após o escândalo, Ruby Rose retornou à Austrália, atuando apenas em filmes independentes e thrillers de baixo orçamento. Sua tentativa de atacar Sydney Sweeney em 2023 foi recebida com rejeição pública, evidenciando seu declínio e amargura.
O crítico aponta que o filme é muito longo, especialmente os primeiros 30 minutos na Terra, que poderiam ser cortados sem prejuízo. Muitas piadas no estilo Marvel não funcionam, mas quando acertam, arrancam gargalhadas genuínas. Apesar dos defeitos, a experiência é divertida e bem-intencionada, merecendo mais público do que o previsto.
O crítico elogia Jared Leto por finalmente encontrar um papel que não arruína: seu Skeletor é grandioso, dramático e teatral, com humor camp, fiel ao desenho. Por outro lado, lamenta que Evil Lynn (Allison Brie) seja mal aproveitada, sofrendo abusos de Skeletor sem um arco de traição ou reviravolta, o que parece um desperdício.