Episódio de resenha pós-jogo amistoso Brasil x Egito (2 a 1), com análise da lesão de Wesley, convocação de Ederson, desempenho de Igor Thiago, Vini Jr., Bruno Guimarães e as expectativas para a estreia na Copa contra Marrocos. Participam Gabriel (host) e Mateus (convidado fixo).
Gabriel (host) – apresentador do Linhagem GeekMateus (Templário Fluminense) – co-apresentador e comentarista
A lesão de Wesley (lateral direito) é uma perda irreparável para o esquema ofensivo do Brasil, pois era o único lateral agudo que atacava o corredor.
A convocação de Ederson (volante) no lugar de Wesley sinaliza que Ancelotti pode abandonar a saída espetada pela direita e optar por uma defesa mais sólida com quatro zagueiros.
Igor Thiago desperdiçou três chances claras de gol e diminuiu suas chances de ser titular na Copa.
Bruno Guimarães foi o melhor em campo: fez gol, roubou a bola e deu assistências; sua atuação o credencia a ser titular.
Vini Jr. não correspondeu ao protagonismo esperado, errando um gol claro e mostrando deficiência com a perna esquerda.
Hendrick (Endrick) tem 'aura de protagonismo' e pode ser o diferencial saindo do banco, assim como Julián Álvarez fez na Argentina em 2022.
Marrocos é um adversário perigoso: semifinalista em 2022, mantém a base, tem Brahim Díaz (Real Madrid) e transição rápida; o jogo de estreia é decisivo para a liderança do grupo.
O Brasil não está no primeiro escalão de favoritos; a falta de um protagonista claro (como Neymar) e o time ainda em formação são preocupações.
Lesão de Wesley e convocação de Ederson
Wesley sentiu a virilha aos 15 minutos do primeiro tempo e saiu chorando; a lesão é considerada grave e o corta da Copa.
Ele era o único lateral direito agudo do elenco, que atacava o corredor e dava amplitude, permitindo que Rafinha se movimentasse por dentro.
Ancelotti convocou Ederson (volante) para o lugar de Wesley, em vez de Vitinho ou PH (laterais de características ofensivas).
A escolha indica que Ancelotti pode abandonar a saída espetada pela direita e montar uma defesa mais sólida com quatro zagueiros, liberando o meio-campo criativo.
Danilo (lateral direito) já atua como zagueiro há anos e não tem a mesma profundidade ofensiva de Wesley.
A perda de Wesley afeta o esquema: o Brasil perde uma opção de jogada pelo corredor direito, que era explorada com frequência.
Análise do jogo Brasil x Egito (2 a 1)
Brasil fez 2 a 1 com gols de Bruno Guimarães (7 min, após pressão na saída de bola) e Endrick (no segundo tempo, após roubada de bola de Rafinha).
O gol do Egito saiu de uma falha de comunicação entre Marquinhos e Casemiro: Marquinhos deu passe sem olhar, Casemiro estava desatento.
Igor Thiago teve três chances claras de gol (duas servidas por Bruno Guimarães, uma por Casemiro) e não concluiu nenhuma.
Bruno Guimarães foi o melhor em campo: além do gol, roubou bolas, distribuiu e deu passes para finalizações.
Vini Jr. perdeu um gol claro ao tentar chutar de perna direita em vez de usar a esquerda; mostrou limitação técnica.
Endrick entrou no segundo tempo e fez o gol da vitória; Gabriel destaca que ele tem 'estrela' e 'aura de protagonismo'.
Estatísticas: Brasil 5 grandes chances, 12 finalizações, 51% posse; Egito 5 finalizações, gol em falha individual.
Desempenho individual e disputas por posição
Casemiro: não vem bem nos amistosos, esteve displicente no lance do gol do Egito; apesar de ser capitão e ter histórico, pode perder a titularidade para Fabinho.
Rafinha: jogou melhor que no jogo contra o Panamá, se movimentou por dentro, mas ainda não é protagonista na seleção.
Vini Jr.: não corresponde ao protagonismo esperado; tem 7 anos de seleção e apenas 9 gols; a mídia não cobra.
Endrick: Gabriel o vê como o único com capacidade de ser protagonista; pode ser o 'Julián Álvarez' da Copa, saindo do banco e virando titular.
Paquetá: voltou bem, parece que nunca saiu da seleção; deve ser titular.
Mateus Cunha: entrou no segundo tempo, mas Gabriel acredita que já está fora da briga por vaga.
Fabinho: entrou bem nos dois amistosos e pode ser opção tanto como volante quanto como lateral direito (formação original).
Expectativas para a estreia contra Marrocos
Marrocos foi semifinalista em 2022, eliminou Espanha e Portugal; mantém a base e tem jogadores como Brahim Díaz (Real Madrid), Bono (goleiro), Sofyan Amrabat.
A seleção marroquina joga com linha baixa e transição rápida; pode explorar os espaços deixados pelo Brasil.
Gabriel e Mateus consideram Marrocos um adversário perigoso; o Brasil não é favorito absoluto.
O jogo é decisivo para a liderança do grupo; quem vencer se classifica em primeiro.
Ancelotti deve escalar: Alisson; Danilo (ou Ibanes), Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães, Paquetá; Vini Jr., Rafinha e um centroavante (Igor Thiago, Endrick ou Mateus Cunha).
A lesão de Wesley obriga Ancelotti a repensar a estratégia ofensiva; pode optar por uma linha de três zagueiros (352) para eliminar o problema das laterais.
Mateus sugere que o Brasil poderia jogar com três zagueiros, usando Casemiro como líbero, mas não acredita que Ancelotti adote essa mudança por falta de tempo para testar.
Contexto da Copa do Mundo e outras seleções
Nenhuma seleção está 'deitando' nos amistosos: França perdeu para Costa do Marfim, Espanha empatou, Argentina ganhou de Honduras com pênalti duvidoso.
O futebol está globalizado: seleções como Geórgia (Kvaratskhelia), Noruega (Haaland, Ødegaard) e Senegal têm jogadores de alto nível.
Copa do Mundo é decidida por eficiência, não por favoritismo; exemplos: Espanha 2010 (8 gols em 7 jogos), Brasil 1994 e 2002 (chegaram sem ser favoritos).
Grupo do Brasil: Marrocos, Escócia e Haiti. Escócia é organizada, com bola aérea; Haiti é o mais fraco.
Brasil é o nono favorito nas casas de apostas; Gabriel prefere quando o Brasil chega sem ser favorito (histórico positivo).
Documentários e programação do canal
Documentário 'Os Capitães do Mundo' (Netflix) é recomendado: mostra bastidores da Copa de 2022 pela ótica dos capitães; tem 8 episódios.
Documentário 'A Saga do Tri Brasil 70' é criticado como 'podre' e 'vergonhoso', com dramaturgia e fatos distorcidos.
O canal Linhagem Geek terá transmissão ao vivo de Brasil x Haiti (19/06, 21h) e Brasil x Escócia (24/06, 19h) no Esquadrão Nerdola, com narração de Carlos.
Segunda-feira (pós-jogo contra Marrocos) terá novo Linhagem Soccer com convidado especial.
Passos práticos
Assistir ao documentário 'Os Capitães do Mundo' na Netflix para entrar no clima da Copa.
Acompanhar a transmissão ao vivo de Brasil x Haiti e Brasil x Escócia no canal Esquadrão Nerdola.
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Ficar atento ao jogo Brasil x Marrocos no sábado (19h) e participar da resenha na segunda-feira.
Frases marcantes
"A lesão do Wesley me deixou muito triste, era o único lateral agudo que a gente tinha."
"O Hendrick é diferente, ele tem a aura do protagonismo. A bola encontra ele."
"Marrocos foi semifinalista da última Copa, eliminou Espanha e Portugal. Não dá para desprezar."
"Copa do Mundo é eficiência. O Brasil em 94 e 2002 não chegou como favorito e ganhou."
"O Vini Júnior não corresponde ao protagonismo que a mídia dá para ele. Sete anos de seleção, nove gols."
"Primeiro você começa, depois você melhora. Não espere começar com o programa perfeito."
Mencionados no episódio
Wesley – lateral direito lesionado, cortado da Copa
Ederson – volante convocado para substituir Wesley
Igor Thiago – centroavante que perdeu chances claras
Bruno Guimarães – volante, melhor em campo contra o Egito
Vini Jr. – atacante do Real Madrid, criticado por falta de protagonismo
Endrick (Hendrick) – jovem atacante do Palmeiras/Real Madrid, elogiado como protagonista
Casemiro – volante, capitão, em má fase nos amistosos
Marquinhos – zagueiro, falhou no gol do Egito
Ancelotti – técnico da seleção brasileira
Marrocos – adversário na estreia da Copa
Brahim Díaz – meia do Real Madrid, destaque de Marrocos
Bono – goleiro de Marrocos
Sofyan Amrabat – volante de Marrocos
Documentário 'Os Capitães do Mundo' – Netflix, 8 episódios
Documentário 'A Saga do Tri Brasil 70' – Netflix, criticado