O episódio discute a necessidade de Star Wars expandir seu universo além dos personagens clássicos (Skywalkers, Vader, Yoda), apontando o personagem Cal Kestis (dos jogos Jedi: Fallen Order e Survivor) como uma nova esperança para a franquia. Os hosts criticam a última trilogia da Disney por priorizar 'agenda política' (lacração) em vez de boas histórias, e defendem que a saída é criar novos núcleos narrativos, como fizeram com Creed no universo Rocky.
Linha Geng (host) - apresentador do canal Linhagem GeekAndré (co-host) - debatedor do canal
A última trilogia de Star Wars (2015-2019) foi um sucesso financeiro (US$ 4,14 bi), mas um fracasso moral entre os fãs, especialmente os episódios 8 e 9.
Personagens como Darth Vader, Luke e Yoda já esgotaram seu potencial narrativo; é preciso aposentá-los e focar em novos protagonistas dentro do mesmo universo.
Cal Kestis, protagonista dos jogos Jedi: Fallen Order e Survivor, é o candidato ideal para liderar um live-action, pois já tem história estabelecida e carisma.
A Disney e a Lucasfilm estão abertas a expandir o universo com personagens fora da trilogia clássica, como indicam declarações de Kathleen Kennedy e a presença de Cal nos parques.
O erro da última trilogia foi priorizar 'agenda política' (lacração) em vez de uma boa história, alienando os fãs tradicionais.
O modelo de expansão de universo bem-sucedido é o de Creed (Rocky), que criou novos personagens respeitando o legado original.
A série The Acolyte é citada como exemplo negativo de panfleto identitário que prejudica a franquia.
Para Star Wars sobreviver, é necessário contratar roteiristas que entendam e respeitem o universo, sem imposições ideológicas.
Crítica à última trilogia e ao estado atual de Star Wars
A trilogia sequela (Episódios 7, 8 e 9) arrecadou US$ 4,14 bilhões no total: US$ 2,7 bi (Episódio 7), US$ 1,33 bi (Episódio 8) e US$ 1,07 bi (Episódio 9).
Apesar do sucesso financeiro, os fãs rejeitam os filmes, especialmente os episódios 8 e 9, por serem considerados mal escritos e focados em 'lacração'.
O host afirma que a 'mão de ferro da lacrate' (agenda política) destruiu a última trilogia, afastando o público.
A série The Acolyte é citada como exemplo de 'panfleto identitário' que não respeita a essência de Star Wars.
O verdadeiro fã de Star Wars não se identifica com personagens como Oxa ou Colight, que foram mal desenvolvidos.
A necessidade de aposentar personagens clássicos
Personagens como Darth Vader, Luke Skywalker e Yoda já tiveram suas histórias contadas exaustivamente por 40-50 anos.
O universo de Star Wars é rico o suficiente para sustentar novas histórias sem o núcleo Skywalker, assim como Harry Potter pode expandir para outros países.
Manter os mesmos personagens indefinidamente leva a repetições e perda de interesse, como ocorreu com Jason (Sexta-Feira 13) que já foi até para o espaço.
A saída é expandir o universo com novos protagonistas, mantendo elementos essenciais como a Força, Jedi, Sith, sabres de luz e a estética espacial.
Cal Kestis como a nova esperança
Cal Kestis é o protagonista dos jogos Star Wars Jedi: Fallen Order (2019) e Star Wars Jedi: Survivor (2023), com um terceiro jogo em produção.
No primeiro jogo, Cal é um padawan sobrevivente da Ordem 66 que trabalha como catador de destroços em Bracca e é forçado a usar a Força, atraindo o Império.
Ele busca reconstruir a Ordem Jedi e encontrar crianças sensíveis à Força, com ajuda do droide BD-1, da ex-cavaleira Jedi Cere Junda e do piloto Greez Dritus.
O segundo jogo se passa 5 anos depois, com Cal lidando com o peso de ser um dos últimos Jedi ativos, explorando novos mundos e enfrentando ameaças.
Os jogos são elogiados por serem difíceis, bonitos e por apresentarem personagens carismáticos e bem desenvolvidos, todos novos no universo.
A cronologia dos jogos se encaixa entre o Episódio III (A Vingança dos Sith) e o Episódio IV (Uma Nova Esperança), permitindo integração com o período 'Mandoverse' (Mandalorian, Ahsoka).
Sinais de que a Disney está aberta a Cal Kestis em live-action
Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, já comentou: 'Vi muita conversa online sobre isso. Poderia realmente ser interessante.'
Um representante da Disney afirmou ao Game Hunt: 'Nunca diga nunca. Temos o sabre de luz dele no parque. Temos mais histórias de Cal.'
Personagens como Din Djarin (Mandalorian), Darth Vader e Han Solo já circulam nos parques da Disney, indicando abertura para além da trilogia clássica.
Com o fim do 'reinado' de Kathleen Kennedy (especulado), a ordem do dia seria focar em personagens populares como Cal.
Os rumores são fortalecidos pela crescente presença de Cal nos parques e pela demanda dos fãs.
O modelo de expansão bem-sucedido: Creed e Rocky
Creed é citado como exemplo perfeito de expansão de universo: novos protagonistas (Adonis Creed) respeitando o legado de Rocky Balboa.
Os filmes Creed 1 e 2 são excelentes, enquanto Creed 3 é considerado 'lixo' pelo host.
O diretor Ryan Coogler é fã de Rocky e conhece o universo, o que permitiu criar pontes e encaixes naturais na história.
Para Star Wars, o caminho é similar: contratar roteiristas que amam e entendem o universo, sem imposições de agenda política.
Crítica à 'lacração' e à agenda política no entretenimento
O host afirma que a 'agenda woke' destruiu não só Star Wars, mas muitas outras obras, afastando o público do cinema.
A última trilogia de Star Wars é vista como um 'panfleto identitário' que priorizou mensagens políticas em detrimento da qualidade narrativa.
Personagens como Oxa (de The Acolyte) são rejeitados por não terem desenvolvimento ou carisma, apenas servindo à agenda.
A solução é escrever histórias sérias, independentemente da cor ou origem do protagonista, desde que a história seja boa.
O host defende que o fã quer boas histórias, não doutrinação política.
Passos práticos
Assistir ou jogar Star Wars Jedi: Fallen Order e Survivor para conhecer Cal Kestis e apoiar a demanda por live-action.
Comentar no vídeo se gostaria de ver Cal Kestis em live-action, para mostrar à Disney o interesse dos fãs.
Comprar camisetas da Berserk (loja parceira) usando o cupom 'esquadrão sem util' para apoiar o canal.
Evitar consumir produtos de Star Wars que priorizem 'agenda política' em vez de boas histórias, como forma de pressionar a Lucasfilm.
Frases marcantes
"A última trilogia de Star Wars rendeu à Disney um total de 4,14 bilhões. Sucesso financeiro, mas fracasso moral."
"O verdadeiro fã de Star Wars não considera essa trilogia algo sustentável. Ali tem a mão de ferro da lacrate no auge."
"É muito difícil pro estúdio abdicar de Darth Vader, de Yoda e dos Jedi. Mas chegou o momento de aposentar alguns personagens, não o universo."
"Creed é uma expansão de universo perfeita. Precisa de alguém que seja fã do filme, sabia tudo do Rocky. Absolute cinema."
"Nunca diga nunca. Temos o sabre de luz dele no parque. Temos mais histórias de Cal."
"O problema é a desgraça da agenda woke. Isso destruiu a última trilogia de Star Wars."
Mencionados no episódio
Star Wars Jedi: Fallen Order - jogo de 2019, primeiro da série Cal Kestis
Star Wars Jedi: Survivor - jogo de 2023, sequência de Fallen Order
Cal Kestis - protagonista dos jogos, padawan sobrevivente da Ordem 66
Kathleen Kennedy - presidente da Lucasfilm
Disney - empresa proprietária da Lucasfilm
Mandalorian - série do universo Star Wars no Disney+
Ahsoka - série do universo Star Wars no Disney+
The Acolyte - série Star Wars criticada como panfleto identitário
Creed - franquia derivada de Rocky, citada como modelo de expansão
Ryan Coogler - diretor de Creed, elogiado por ser fã de Rocky
Berserk - loja de camisetas parceira do canal
Game Hunt - veículo que entrevistou representante da Disney
Jason (Sexta-Feira 13) - exemplo de personagem que esgotou possibilidades
Harry Potter - exemplo de universo expansível
Power Rangers - exemplo de franquia que precisou de pausa