Episódio do Linhagem Geek discute a classificação indicativa 18+ do novo filme Todo Mundo em Pânico 6, o retorno ao humor politicamente incorreto e as expectativas para a franquia. Os hosts analisam bilheterias históricas, orçamentos e o impacto do politicamente correto na comédia.
Todo Mundo em Pânico 6 recebeu classificação Rated R nos EUA (18+ no Brasil), marcando o retorno ao estilo pesado e politicamente incorreto dos dois primeiros filmes.
Os primeiros dois filmes da franquia são considerados obras-primas da comédia e também eram Rated R; os filmes 3, 4 e 5 foram PG-13.
A bilheteria do primeiro filme foi de US$ 278 milhões, com orçamento de apenas US$ 19 milhões, mostrando alto retorno financeiro.
O orçamento médio dos filmes da franquia fica entre US$ 19 e 45 milhões, com exceção do quinto que teve US$ 20 milhões.
Os hosts acreditam que o filme será bem-sucedido financeiramente mesmo se não for engraçado, devido à nostalgia e à mobilização do público.
A última vez que os hosts experimentaram uma sala de cinema inteira gargalhando foi em Deadpool & Wolverine.
O episódio critica o politicamente correto e defende que a comédia deve ter alvos e ser ofensiva, desde que bem feita.
Os hosts sugerem um experimento social: levar jovens de 18 anos que cresceram sob influência woke para assistir ao filme e observar suas reações.
Classificação indicativa e expectativas
Todo Mundo em Pânico 6 recebeu classificação Rated R nos EUA, equivalente a 18+ no Brasil, por conteúdo gráfico, violência cômica e linguagem imprópria.
No Brasil, os filmes 1, 2 e 3 foram 16 anos; o 4 foi 13; o 5 foi 16. A expectativa é que o 6 venha como 16, mas já aparece como 18+ em algumas buscas.
Os hosts associam classificação 18+ a maior expectativa positiva, comparando a filmes de super-herói adultos e a Deadpool & Wolverine.
O retorno ao Rated R é visto como um sinal de que o filme resgatará o humor exagerado e sem filtro dos dois primeiros filmes, considerados obras-primas.
André afirma que piada bem feita não tem lado; o importante é que incomode todos os lados igualmente.
Mateus destaca que a arte deve chocar e incomodar, mas critica a hipocrisia de quem defende isso apenas quando não é alvo.
Histórico de bilheteria e orçamento
Bilheteria mundial: primeiro filme US$ 278 milhões, segundo US$ 141 milhões, terceiro US$ 220 milhões, quarto US$ 178 milhões, quinto US$ 78 milhões (considerado um flop).
Orçamentos: primeiro US$ 19 milhões, segundo US$ 45 milhões, terceiro US$ 20 milhões, quarto US$ 40 milhões, quinto US$ 20 milhões.
A franquia sempre teve orçamentos baixos em relação à bilheteria, gerando alto retorno financeiro.
Os hosts acreditam que o novo filme será bem-sucedido financeiramente mesmo se não for engraçado, devido à nostalgia e ao apelo do humor politicamente incorreto.
A expectativa é que o filme mobilize tanto fãs antigos quanto novos públicos, gerando discussão e até abaixo-assinados contra.
Crítica ao politicamente correto e experimento social
Os hosts criticam o politicamente correto por limitar a comédia e defendem que piadas devem ter alvos e ser ofensivas, desde que bem construídas.
André sugere um experimento social: encher uma sala de cinema com jovens de 18 anos que cresceram sob influência woke e filmar suas reações às piadas do filme.
Ele acredita que muitos chorariam ou se sentiriam ofendidos, o que seria um estudo interessante sobre o impacto do politicamente correto em uma geração.
Mateus concorda e diz que a última vez que viu o cinema inteiro rir junto foi em Deadpool & Wolverine; em Corra que a Polícia Vem Aí, só ele ria.
O episódio termina com um apelo para que os espectadores comentem se vão assistir ao filme.
Passos práticos
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Compartilhar nos comentários se pretende assistir ao filme e quais as expectativas.
Frases marcantes
"A piada não tem lado, a piada sempre tem um alvo. A piada sendo bem feita importa o alvo, pelo menos para mim."
"Se eu sou uma pessoa que não gosto de piada pesada, o que que eu faço? Eu não vou. É simples assim."
"A arte tem que chocar, a arte tem que incomodar, tem que incomodar menos eles."
"A última vez que isso aconteceu [cinema inteiro gargalhando] foi em Deadpool e Wolverini."
"Torço muito para que façam o que tem que ser feito na comédia e quebrem essa barreira insuportável do politicamente correto."
"Se tiver abaixo assinado para não assistir também, mas eu tenho boas sensações."
Mencionados no episódio
Todo Mundo em Pânico (franquia de filmes de comédia)