Sinal
🎙️ Market Makers · 2026-05-24

A NOVA MINA DE OURO DO BRASIL QUE NINGUÉM ESTÁ VENDO | Market Makers #365

Episódio sobre energia solar no Brasil como ativo financeiro, com foco em geração distribuída (GD) e no fundo imobiliário SNEL11. Thiago Salomão recebe Vitor Duarte (CEO Suno Asset) e Anderson Tonelli (diretor de operações) para explicar por que o Brasil demorou a aproveitar seu potencial solar, como funciona a compensação de créditos na conta de luz, e onde estão as oportunidades e riscos para investidores. O episódio destaca margens elevadas (85% EBITDA), TIR de 14-18% e a vantagem tributária dos FIIs.

Thiago Salomão – host, CEO da Market MakersVitor Duarte – CEO da Suno Asset, 20 anos de mercado financeiroAnderson Tonelli – diretor de operações da Suno, 28 anos no setor elétrico
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Principais lições

Vantagem natural do Brasil e demora para explorá-la

Como funciona a geração distribuída (GD)

Margens e rentabilidade da GD vs. geração centralizada

O SNEL11: estratégia, tamanho e perfil de cotistas

Riscos do investimento em GD e SNEL11

Oportunidades futuras: baterias, demanda e data centers

Comparação com outros setores e governança do SNEL11

Passos práticos

Frases marcantes

"O pior estado do Brasil em irradiância solar tem mais sol por metro quadrado do que o melhor estado da Alemanha."
"A energia solar deixou de ser um tema só para engenheiro ambientalista e virou um ativo financeiro com contrato, aluguel, fluxo de caixa e renda mensal."
"Quando o custo baixou significativamente em 2017-18, começou a corrida do ouro. Todo mundo começou a querer instalar."
"A margem EBITDA da GD é de 85%. A cada R$ 100 que entram, a gente gasta R$ 15 e fica com R$ 85."
"O SNEL11 é um fundo ambientalmente correto, com sufixo IS da B3, e doa parte da taxa de administração para o Instituto Água Viva."
"A demanda por energia vai crescer com data centers e IA. A gente tá olhando como vender pá e picareta nessa corrida do ouro."

Mencionados no episódio